quinta-feira, 2 de abril de 2015

CELINHA, PRIMA AMADA

Eu tenho uma imensa saudade do meu refugio, onde nós fomos bastante felizes. As brincadeiras e os sorrisos da Tia Bete jamais sairão da minha memória. Ela sempre foi uma tia muito bacana comigo, e me tratava como fosse seu filho mais velho, e a saudade que sinto dela ainda está cravada em meu peito. Tempo agradável aquele em que eu tomava banho de piscina e jogava bola. Lembro-me que o Ni tinha um carinho grande pela minha pessoa e eu me sentia muito bem ao seu lado. Mas o destino ás vezes é cruel com a gente. A mulher que irradiava alegria está agora no plano superior, levando alegria ao céu. É Celinha, me pergunto por quê essas coisas precisam acontecer... é uma dor que demora muito a passar. Eu adorava me divertir no sitio, onde eu fui bastante feliz. Mas eu tenho que aguentar as perdas que sofro. Não sei por quê temos que crescer, é tão bom sermos crianças, termos a mãe sempre perto de nós para nos amar e nos fazer plenamente felizes. As nossas mães já se encontram no céu, e mesmo sentindo grande saudade devemos agradecer á Deus e a Nossa Senhora por termos uma mães tão maravilhosas como a nossa. Você tem muito dá sua mãe, gosta de acudir-socorrer o seu semelhante. O carinho e a dedicação que você deu ao seu irmão Ricardo, é um grande exemplo de amor aos seus irmãos. Parabéns pelos grandiosos e enriquecedores atos. Do seu primo: 

Fernando Freire.

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