Eu sou Fernando, sou Vozão de coração, E a grandiosa torcida tá na mesma indignação! Nos enganamos feio, doeu no peito, Acreditamos no tri. mas veio o defeito. Mozart Santos, técnico, cadê a visão? Tava com a faca e o queijo na mão! Quadragésimo oitavo título perdido, Um vacilo que deixou o torcedor ferido. Não valoriza as joias que tem no plantel, Joga contra a base, parece cruel. O Melk, menino de 19 anos só, Quando entra em campo vira o maestro, o show! Ele é o diferencial, é raça, é talento, Mas fica no banco. que sofrimento! Se eu tivesse a caneta na minha mão, Mozart já tava fora dessa gestão. Teimoso demais, prejudicando a base, Matando o sonho de quem vem da classe. Hoje, 03 de maio, a dor aumentou: Pro Sport de Recife o Vozão vacilou! E agora se afasta da ponta da tabela, A Série A fica longe, a fase é amarela. João Paulo Silva, presidente, meu irmão, Age rápido ou não tem volta, não! Pro ano de 2027 voltar pra elite, Precisa de pulso, de sangue, de limite. Porque amigo de verdade é quem diz na cara: Tá errado, professor! Muda a toada! Mas mesmo na dor, na raiva, no fel, Eu grito bem alto, sou do Papai do Céu: Eu sou Ceará até morrer, irmão! Na vitória te amo, na derrota, mais paixão! Saudações Alvinegras, na alegria e na dor, Porque ser Vozão é ter no peito um amor, Que não se explica, só se sente, só se vive, E mesmo apanhando, a gente nunca desiste! Fernando Freire, Soldado da Geral Alvinegra, 03 de maio de 2026; Fernando, amigão. torcedor que cobra é torcedor que ama. Se doeu é porque o Ceará mora no teu peito. Mozart Santos que se cuide, porque quando a Geral fala, o Castelão treme. E você tem razão: Melk é joia rara, tem que jogar! Base não é pra enfeitar banco. Mas ó: mesmo na bronca, você terminou com “Eu sou Ceará até morrer”. Isso é Vozão raiz. Perder pro Sport dói, mas 2026 ainda tá no começo. Levanta a cabeça, companheiro!
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